O presente Blogue assume-se como o fiel depositário daquela que é a maior e a mais nobre de todas as artes, a Política, pois na sua essência é a esta a quem cabe o designio de proporcionar melhores condições de vida aos cidadãos, na busca incessante e irredutível por uma sociedade mais justa, fraterna, igual e solidária. Ai reside o primor da Política!
"Já não era sem tempo" e "mais vale tarde do que nunca" são expressões que não raras as vezes pronunciamos. Neste caso particular e na perfeição aplicam-se para me cingir ao facto de “A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) considera que a TVI desrespeitou as normas ético-legais do jornalismo misturando factos e opinião em várias edições do "Jornal Nacional", alvo de queixas analisadas pelo organismo”. Sobre este mesmo assunto tive oportunidade de em devido tempo me pronunciar, pelo que, sem mais delongas, considero que a ERC procedeu em conformidade com aquilo que penso sobre este Jornal Nacional da TVI apresentado por uma assumida má jornalista, de seu nome Manuela Moura Guedes (MMG). A TVI e MMG têm exercido um libelo acusatório permanente sobre a idoneidade do Primeiro-Ministro, José Sócrates, altamente tendencioso e imparcial, sem provas, não se importando de condenar na praça pública um homem que, como qualquer cidadão, até prova em contrário, goza da chamada presunção de inocência. Espero que esta posição da ERC venha a ter consequências junto da TVI e de MMG. Quantos aos cidadãos estes já emitiram a sua opinião, basta percorrer a blogosfera e o youtube referente à discussão em público com Marinho Pinto e verificar.
Marinho Pinto teve razão quando disse que MMG "faz um péssimo jornalismo", posição agora ratificada pela ERC.
Há cerca de mês e meio escrevi neste Blogue o seguinte pensamento que, tenho a ousadia de chamar à colação, uma vez que, o presente momento, o impõe:
Hoje é Sexta-Feira, como tal, é dia do fastidioso, insípido e deveras parcial “Jornal Nacional de 6ª Feira” da TVI, uma estação de televisão, que exerce de algum tempo a esta parte uma campanha feroz e sem precedentes sobre a honorabilidade e a integridade do Primeiro-Ministro, José Sócrates, julgando permanentemente o seu bom-nome em praça pública, sem prestar provas cabais, mas baseada a sua acção em meras e insuficientes suspeições, num comportamento que não visa a informação livre mas privilegia a dúvida e a confusão nos incautos cidadãos que, ainda possuem alguma dose de paciência para assistir. E, se for o seu caso, gabo-lhe a perseverança, pois não é preciso ter uma varinha mágica nem possuir dotes de adivinho para verificar que mais logo, à semelhança das edições anteriores, a abertura do dito “show televisivo” será pautada uma vez mais pelo caso Freeport e por José Sócrates. Se este meu prenúncio fosse compatível com o Euromilhões estaria, evidentemente, milionário! A ver vamos!
Pois bem, Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, sem papas na língua, disse na cara de Manuela Moura Guedes o que todos pensam dela mas não têm coragem para o dizer abertamente. Em devido tempo, fi-lo neste meu espaço, porque julgo que, nenhuma estação de televisão nem muito menos Manuela Moura Guedes tem o direito de perseguir seja quem for sem as devidas e comprovadas provas, tomando para si, um papel que deve caber em primeira e única instância à Justiça. O Jornalismo, pese embora, de investigação deve ter como principal intuito a informação imparcial dos cidadãos, não o seu contrário. Com a devida vénia a Marinho Pinto, digo que tenho orgulho no que disse, haja alguém neste país com coragem, para dizer a Manuela Moura Guedes o que há muito esta desajeitada “Jornalista” travestida de opinion maker merecia ouvir “tête à tête”. Convidar pessoas para entrevistas, para as constantemente interromper, quebrando raciocínios e, ao mesmo tempo, emitindo opiniões, dão uma péssima imagem do que não deve ser o Jornalismo, ainda para mais emitido em horário nobre. Termino dizendo que Marinho Pinto deu uma inestimável lição a Manuela Moura Guedes que, após longas semanas, a dizer o que quer, ouviu, desta vez, o que não quer!